quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Com a voz: Audrey Hepburn





Que a Audrey Hepburn é minha musa e que eu amo todos o seus filmes e cabelo, roupas, e personalidade, todos sabem. Mas então, aí vem uma novidade. A voz dessa mulher também serve aos filmes como um espetáculo além de sua maravilhosa interpretação. Esta coletânea reúne todas as músicas interpretadas pela atriz em seus diversos papéis apaixonantes do cinema.
Segue a lista:

Isn't it Romantic?
Música de Richard Rodgers, letra de Lorenz Hart, do filme Sabrina (1954)
La vie en rose
Música de Louiguy, letra de Édith Piaf, do filme Sabrina (1954)
Yes! We have no bananas
Música de Irving Cohn e Frank Silver, do filme Sabrina (1954)
Funny Face
Letra de Ira Gershwin, música de George Gershwin (1927), do filme Cinderela em Paris (1957)
How long has this been going on?
Letra de Ira Gershwin, música de George Gershwin (1928), do filme Cinderela em Paris (1957)
Bonjour Paris
Música de Roger Edens e Leonard Gershe (1957), do filme Cinderela em Paris (1957)
Let's kiss and make up
Letra de Ira Gershwin, música de George Gershwin (1927), do filme Cinderela em Paris (1957)
He loves and she loves
Letras de Ira Gershwin, música de George Gershwin (1927), do filme Cinderela em Paris (1957)
On how to be lovely
Letra e música de Roger Edens (1957), do filme Cinderela em Paris (1957)
Clap yo' Hands
Letra de Ira Gershwin, música de George Gershwin (1926), do filme Cinderela em Paris (1957)
S Wonderful
Letra de Ira Gershwin, música de George Gershwin (1927), do filme Cinderela em Paris (1957)
Moon river
Música de Henry Mancini, do filme Bonequinha de Luxo (1961)
Moon river
Letra de Johnny Mercer, música de Henry Mancini, do filme Bonequinha de Luxo (1961)
The Flower Market
Música de Frederick Loewe, do filme My fair lady (1964)
Wouldn't it be loverly
Música de Frederick Loewe, letra de Alan Jay Lerner, do filme My fair lady (1964)
Show Me
Música de Frederick Loewe, letra de Alan Jay Lerner, do filme My fair lady (1964)

Link para Download: http://rapidshare.com/#!download|267l34|165780868|Audrey_Hepburn_-_cancoes.zip|47774

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

500 Dias Com Ela







Não sou apaixonada por comédias americanas românticas. Na realidade acho uma tremenda falta de criatividade por parte dos roteiristas, ficar sempre e apenas no clássico "boy meets girl", onde então definem se 1) o casal fica junto; ou 2) o casal se separa e cada um segue seu rumo. Bem, "500 Dias Com Ela", segue esse roteiro manjado, porém, nenhum filme com a atriz/cantora Zooey Deschanel pode ser desperdiçado.
Nesta história, conhecemos Tom (Joseph Gordon-Levitt, o famoso rapaz de "10 Coisas que eu Odeio em Você") que trabalha em uma empresa fabricante de cartões comemorativos. Por pequenos detalhes percebemos que Tom está em busca do amor de sua vida. Em seu ambiente de trabalho, ele conhece a linda Summer (Deschanel). Mesmo engatando um relacionamento, Summer possui um grave "defeito": ela não acredita em amor e não gosta de relacionamentos sérios.
Tentando fingir que nada disso é importante, já que para Tom o que importa é estar com Summer (não importa em quais condições), o relacionamento inicia aparentemente sem pressão, como ela prefere. Mas de repente, ela termina com Tom, deixando-o desesperado.
Ele então passa a lembrar os momentos que passou ao lado de Summer. E é aí que entram as maiores lições do fillme. "500 Dias Com Ela" cria uma visão honesta ainda que trágica sobre o amor. Ele mostra uma visão dos relacionamentos diferente, divertida e inteligente.
Para encerrar essa dica, deixo aqui a frase inicial do filme: "O filme a seguir é uma história de ficção. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência. Especialmente você Jenny Beckman. Vaca". Sensibilidade romântica mais contemporânea, impossível.

Veja o Trailer aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=PsD0NpFSADM

Trilha sonora também vale uma atenção especial. Regada a Smiths, Joy Division, Pixies, She and Him, Regina Spektor, Carla Bruni, entre outros. Baixe aqui: http://www.megaupload.com/?d=JG3MG47F

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Afinal, o que não querem as mulheres?



Nunca mais havia assistido na televisão um programa tão bom quanto a minissérie transmitidas em 2010, "Afinal, o que querem as mulheres?". Mesmo com poucas produções nessa estética teatral, a Rede Globo mostra que ainda é possível criar séries de textos inusitados e linguagens muito mais ninteressantes ao público.
Criada pelo mesmo diretor de sucessos como "Hoje é Dia de Maria" e "Capitu", durante cada episódio vimos a ousadia que pode sim dar certo. O trabalho do diretor Luiz Fernando de Carvalho, veio junto com o artista Michel Melamed, que atuou como André Newmann, protagonista. A série conta a história de um psicólogo que está preparando sua tese de doutorado para responder a questão freudiana, título do programa.
Por estar completamente afundado em seus estudos, ele acaba por perder seu grande amor, Lívia. Depois de apresentar sua tese, Newmann faz um grande sucesso com seu livro e se aproxima de muitas mulheres, porém, nenhuma o ajuda a esquecer seu grande amor.
Com um humor sagaz e refinado e closes diferentes de câmeras, "Afinal o que querem as mulheres?" entrou para o hall das séries mais bem feitas e produzidas. A série também se destaca pela impecável trilha sonora e frases dignas de livros best-selleers. Totalmente apaixonante. Para quem ainda não, segue abaixo links para conhecer e assistir no canal do Youtube. Saboreie à vontade.

No Youtube: PRIMEIRO EPISÓDIO

Blog André Newmann: LINK

FRASES DO SERIADO

"Eu quero um homem que me faça esquecer dos outros, e logo em seguida me faça esquecer dele mesmo."

"Eu quero um homem que me entenda. E que me explique (...)"

"O amor quando olhou pra ti, achou seu significado.. e se perdeu..."

"O amor é incapaz de dizer a capacidade de amar."

"Na minha vida encontrarei milhares de corpos femininos. Desses milhares, desejarei algumas centenas, mas dessas centenas de mulheres, estarei sempre amando só uma. E por que essa e não outra? O que me fará ter medo de perdê-la? Que parte desse corpo, que gesto dessa mulher, que palavra? O jeito de levar a mão à cintura? Uma mecha de cabelo que cai sobre a testa? O livro que lê sozinha na praia? São necessários muitos acasos e uma teia de coincidências, para que eu a encontre. Enquanto isso não acontece, estou condenado a buscá-la. Em estado de suspensão, com o espírito confuso, flutuando como o mar, soprando como o vento. Sem verdades, nem palavra."

"É de dar vergonha tanto amor, esse delirio. Você me emociona, parece feita de terra menina selvagem. Mais menina, mais selvagem vulcão por isso ao seu lado faz calor o amor. Queria te mostrar como é violento você existir, o amor é o fascinio recíproco de duas pessoas por aquilo que elas tem mais secreto."

"Como acaba o amor? O amor que acaba retira-se pra um outro mundo como um estrondo que deixa de ressoar, ninguém sabe nada a respeito, só os outros."

"O que importa quantos amores você tem? Se nenhum deles te dará o Universo?"

"Amor é o fascínio de duas pessoas por aquilo que elas tem de mais secreto."

"A pior coisa que um homem pode imaginar, é saber que a mulher sabe que ele nunca vai satisfazer e desvendar todos os desejos da mulher, pois cada beijo é um beijo, e cada cheiro é um cheiro. Tudo é o primeiro pra cada momento. E o pior: sempre o próximo homem da vida vai realizar o seus desejos mais desejados de toda sua vida com ela. Afinal quem entende as mulheres?"

TRILHA SONORA

Nome à pessoa - Michel Melamed (tema de abertura)

A whiter shade of pale - Procol Harum

100 DAYS, 100 NIGHTS - Sharon Jones & The Dap-Kings

MAKE IT WIT CHU - Queens Of The Stone Age

DI GUE DING DING – Michel Legrand

ROCKAFELLER SKANK - Fatboy Slim


sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A Perfeição de Sebastian Krüger









O artista plástico Sebastian Krüger além de viciado em rock n' roll é extremista, chegando ao ponto da perfição absoluta de seus retratos. O cara é mega conceituado em todo o mundo e tem como maiores fãs os retratados.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Protesto

Tanta história que você acaba conhecendo...
você sempre achou que sabia de tudo,
mas sempre tem o outro lado da história.

Conversas atrás dos seus sentidos, palavras ao pé do ouvido,
risadas que você pensou ser só com você... e então vemos como somos toscos.
Pq fazemos essa ideia de romantismo barato,
se nada nunca aconteceu da maneira que você criou?

Meu cérebro insiste.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Eu sou fã do Raulzito, mas confesso que deixei de ouvir já faz um tempo.
Várias questões influenciaram isso, inclusive o fato de que agora todo o dia conhecemos uma banda nova. É difícil ficar ouvindo as mesmas coisas sempre. Mas existe uma das músicas clichês dele, que traz uma letra sensacional. É um amadurecimento incrível como um poeta, na minha opinião.
Agora deixo ela falar por si.

Ouro de Tolo

Eu devia estar contente
Porque eu tenho um emprego
Sou um dito cidadão respeitável
E ganho quatro mil cruzeiros
Por mês...

Eu devia agradecer ao Senhor
Por ter tido sucesso
Na vida como artista
Eu devia estar feliz
Porque consegui comprar
Um Corcel 73...

Eu devia estar alegre
E satisfeito
Por morar em Ipanema
Depois de ter passado
Fome por dois anos
Aqui na Cidade Maravilhosa...

Eu devia estar sorrindo
E orgulhoso
Por ter finalmente vencido na vida
Mas eu acho isso uma grande piada
E um tanto quanto perigosa...

Eu devia estar contente
Por ter conseguido
Tudo o que eu quis
Mas confesso abestalhado
Que eu estou decepcionado...

Porque foi tão fácil conseguir
E agora eu me pergunto "e daí?"
Eu tenho uma porção
De coisas grandes prá conquistar
E eu não posso ficar aí parado...

Eu devia estar feliz pelo Senhor
Ter me concedido o domingo
Prá ir com a família
No Jardim Zoológico
Dar pipoca aos macacos...

Mas que sujeito chato sou eu
Que não acha nada engraçado
Macaco, praia, carro
Jornal, tobogã
Eu acho tudo isso um saco...

É você olhar no espelho
Se sentir
Um grandessíssimo idiota
Saber que é humano
Ridículo, limitado
Que só usa dez por cento
De sua cabeça animal...

E você ainda acredita
Que é um doutor
Padre ou policial
Que está contribuindo
Com sua parte
Para o nosso belo
Quadro social...

Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar...

Porque longe das cercas
Embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
De um disco voador...

Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar...

Porque longe das cercas
Embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
De um disco voador...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Na generalidade, é claro, [as pessoas] representam o papel que a sociedade espera delas: casam, trabalham, têm filhos, fundam um lar, votam, tentam mostrar-se perfeitas e respeitar as leis. Mas cada uma delas - homems, mulheres, crianças - possui uma vida secreta da qual raramente falam e que quase nunca chegam a revelar. E esta vida secreta, para cada um de nós, encontra-se povoada de fantasias ardentes, necessidades incriveis e desejos sufocantes Que não são vergonhosos em si, mas que nos ensinaram a considerar como tal...

Sanders